domingo, 11 de agosto de 2019

Ainda sobre a acessibilidade



No passeio domingueiro de hoje, na praia do Laranjal, a sinalização indicativa de estacionamento de veículos e vagas para deficientes jaz na areia.



Para essa situação, a atuação rápida do poder público para colocação da sinalização no seu devido lugar é o que se espera.




Tirinha: deficiência e acessibilidade

A propósito dos direitos dos deficientes físicas, a Lei 10.098/2000, estabelece no seu artigo 1º as normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, mediante a supressão de barreira e de obstáculos nas vias e espaços públicos,no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e comunicação.

Cartunista Fábio Braga

Para melhor compreensão dos seus propósitos, a lei define acessibilidade como a apossibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos transportes e dos sistemas e meios de comunicação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida; barreiras, como qualquer entrave ou obstáculo que limite ou impeça o acesso, a liberdade de movimento e a circulação com segurança das pessoas; pessoa portadora de deficiência ou como mobilidade reduzida, a que temporária ou permanentemente tem limitada sua capacidade de relacionar-se com o meio e de utilizá-lo; elemento da urbanização, é qualquer componente de obras de urbanização, tais como os referentes à pavimentação, saneaamento, encanamentos para esgotos, distribuição de energia, iluminação pública, abastacimento e distribuição de água, paisagismo e os que materializam as indicações do planejamento urbanístico; mobiliário urbano, o conjunto  de objetos existentes nas vias e espaços publicos, superpostos ou adicionados aos elementos da urbanização ou da edificação, de forma que sua modificação ou traslado não provoque alterações substanciais nesses elementos, tais como semáforos, postes de sinalização e similares, cabines telefônicas, fontes públicas, lixeiras, toldos, marquises, quiosques e quaisquer outros de natureza análoga;  e, ajuda técnica, qualquer elemento que facilite a autonomia pessoal ou possibilite o acesso e o uso de meio físico.

A tirinha publicada acima, de autoria do aluno do Curso de Direito da UCPel, Fábio  Braga (*), retrata a sonegação dos direitos aos deficientes físicos, por ausência de rampas em locais de acesso público ou privado, tudo conforme dispõe a mencionada lei. 

Continua sendo necessária e indispensável a educação inclusiva, para fins de despertar em todos a consciência e a solidariedade para com o outro.

Muito obrigada Fábio, por ter me presenteado com tuas produções, permitindo que eu as utilize nos meus trabalhos do Curso de Pedagogia da UCPel.

Nota: Quem quiser contatar com o Fábio - cartunista do Jornal Tradição Regional, ou conhecer o trabalho dele, pode acessar o facebook dele: https://www.facebook.com/fabio.braga.7106/about?lst=100003181920200%3A100004632492392%3A1565538679&section=education ou enviar um e-mail: fabiorrbraga@hotmail.com

A propósito do Dia dos Pais



Foto Disponível na Web - Alan Lawrence e seu filho Wil


Um ensaio fotográfico feito por Alan Lawrence, diretor de arte e fotógrafo americano, pai de quatro filhos, dentre eles, Wil, chama atenção do mundo para a Sindrome de Down.


A propósito do Dia dos Pais, vale a leitura da matéria disponível no Blog 50 e Mais, sobre os desafios da paternidade quando o filho é down.


Parabéns a todos os papais.


quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Para Lilian - exemplos de fanzine



Para Lilian e para Luiza

Compartilho aqui exemplos de Fanzines - no modelo físico - em papel, proposta do Projeto Integrador do Módulo III.


Imagem disponível na Web



Imagem disponível na Web


Imagem disponível na Web


terça-feira, 6 de agosto de 2019

Educação Inclusiva, Psicologia Educacional, TICs e Fanzine Digital: tudo junto misturado


Essa Fanzine digital, no formato de Blog, surgiu a partir da proposta das professoras do Módulo 3 do Curso de Pedagogia da UCPel para o Projeto Integrador, e que visa reunir os conhecimentos das disciplinas de Psicologia da Educação (ou Educacional) e de Educação Inclusiva.

Como explicado no post de abertura, a palavra fanzine significa revista de fãs. Ou seja, resulta na publicação de informações, curiosidades, artigos etc sobre determinados temas, ou pessoas. 

O fanzineiro - como é chamado a pessoa que produz e publica uma fanzine - pode fazer o seu trabalho autoral no formato impresso ou digital, utilizando elementos variados, como desenhos, digitação de textos, quadrinhos, materiais gráficos de toda a ordem, entrevistas, fotografias etc.

A opção por uma fanzine digital ou eletrônica - no formato de blog ou site -  tem relação direta com o tempo contemporâneo, no qual as tecnologias de comunicação e informação são ferramentas úteis e indispensáveis à interação mais rápida e mais global, imprescindiveis no fazer docente/discente.

Hoje mesmo, lendo os primeiros materiais acerca da educação inclusiva e da psicologia educacional,  anotei que uma das competências de referência dos docentes é a utilização de novas tecnologias, a fim de explorar potencialidades didáticas, utilizando ferramentas multimídia na sua proposta de ensino, em qualquer proposta de educação.

Daí poder afirmar-se que as tecnologias de informação e comunicação são ferramentas que podem facilitar - em muito - o processo de inclusão de alunos com necessidades educativas especiais, sendo utilizadas para promover aprendizagem mais significativa, permitindo o desenvolvimento de novas habilidades e competências.

Não obstante, não são menos verdadeiras as dificuldades de adaptação dos professores  - imigrantes digitais - ou seja, adultos que aprendem ou aprenderam a lidar com a informática, tentando incluir-se na era digital, pois que estão se adaptando  a esse novo ambiente tecnológico.

Assim, a motivação na utilização de novas ferramentas tecnológicas para (re) criar o tradicional    também contribui significativamente para reciclar e renovar os ambientes educacionais, nos quais os simbolos do quadro negro e do giz, traduzem o costume, o 'fazer igual ao de sempre', que limita a criatividade e paralisa o aperfeiçoamento.

Libâneo (2000), ao referir sobre possibilidades de aprendizagem com uso pedagógico das tecnologias aponta, dentre elas, o contributo para a democratização de saberes socialmente significativos e desenvolvimento de  capacidades intelectuais e afetivas, tendo em vista a formação de cidadãos contemporâneos; a aprendizagem sobre mídias e multimídias, e a interação com elas;  a preparação (formação) em tecnologia comunicacional; o aprimoramento do processo comunicacional entre os agentes da ação docente-discente e entre estes e os saberes significativos da cultura e da ciência 

Portanto, a experiência na produção de uma fanzine eletrônica, no formato de Blog, vai ao encontro do que sustenta Nascimento (2010), quando refere que o fanzine propicia, no âmbito educacional, o desenvolvimento da capacidade dos educandos de pesquisar informações relevantes, levantar um olhar crítico sobre o cotidiano ou sobre os conteúdos das diversas disciplinas com as quais lida, além de produzir um material de comunicação que expressa as ideias - suas e de outros - incorporando imagens, fotos, desenhos, quadrinhos, textos, videos etc, enfatizando a relação entre eles com o tema específico do zine e, no caso, com as tecnologias de informação e comunicação (TICs).

Assim, a experiência recente na criação deste fanzine, no marco do Projeto Integrador do Módulo 3 do Curso de Pedagogia da Universidade Católica de Pelotas além de se constituir um prazer - pelo apreço às tecnologias de informação e comunicação, especialmente pela potencialidades dos Blogs- , também contribui para a formação de sua autora como estudante e, futuramente, como pedagoga apta  à atuação no âmbito da educação inclusiva. 

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Obs: Esse texto do Blog - como soe acontecer com esse tipo de publicação - não se constitui artigo científico, mas simples compilação de informações e reflexões de estudo de sua autora. Não obstante, considerados os autores citados, seguem, abaixo, as referências bibliográficas que inspiraram a produção.
LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora? Novas exigências educacionais e profissão docente. 4ª ed. São Paulo: Cortez, 2000. Disponível em: http://www.uricer.edu.br/site/pdfs/perspectiva/156_683.pdf;
NASCIMENTO, Ioneide Santos do. Da Marginalidade à sala de aula: o fanzine como artefato cultural, educativo e pedagógico. in MUNIZ, Cellina Rodrigues(org.) Fanzines: Autoria, Subjetividade e Invenção de si. Fortaleza: Edições UFC, 2010. Disponível em: http://periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/tematica/article/view/30098/15924;
PRENSKI, Marc. Nativos Digitais, Imigantes Digitais. On The Horizon. NCB University Press, Vol.9, Nº5, Outubro,2001. Disponível em: https://pt.scribd.com/doc/55575941/Nativos-Digitais-Imigrantes-Digitais-Prensky.

Manual de Acessibilidade Espacial para Escolas

Que tal informar-se sobre as condições de acessibilidade espacial nas escolas?

Consulte o Manual, elaborado de acordo com as normas previstas na 
Lei de Acessibilidade, Nº 10.098/2000

Para consultar, é só clicar na figura, ou ir no link na lateral direita da página do Blog.




Fonte: Plataforma do Letramento

Sobre Moda Inclusiva


Como você se veste?
Como se maquia?
Como experimenta o mundo?
A moda é um caminho para entender o corpo, e no meu caso, um novo corpo.